Artigos da categoria ‘Gestão’
Publicado em 31 de maio de 2010
por traichel
Um software para gerenciar não apenas projetos, mas também os contatos e financeiro de uma empresa. Esse é Sole, o novo produto da 29sul e que conta com o apoio da FINEP e da CEI/UFRGS através do programa PRIME.
Funcionando no modelo de Software-como-serviço (SaaS), o Sole não é instalado nos computadores do assinante, como os softwares tradicionais. Ao assinar o serviço o assinante ganha um endereço na internet e com o seu login e senha poderá acessar todos os dados e trabalhar de qualquer computador com acesso à web. Na prática isto significa total liberdade para organizar os processos internos da empresa de qualquer lugar e a qualquer hora, utilizando computadores, laptops ou smartphones.
Recursos
O Sole tem basicamente 5 áreas distintas que interagem entre si:
- Inicial, com Agenda que pode ser compartilhada e lembretes;
- Contatos, para cadastro de dados de empresas, pessoas e anotações sobre reuniões, telefonemas, etc;
- Projetos, com criação de etapas, tarefas, planilha de horas, permissões por usuários, arquivos anexos e relatório gerencial com todas as informações do projeto em gráficos e tabelas, inclusive financeiras;
- Financeira, com lançamentos, agendamentos, contas correntes, centros de custos, exportação para excel e relatórios;
- Admin, com dados das empresas que utilizam o sistema, colaboradores, usuários e gerenciamento de arquivos anexados.
Valores
A contratação do sistema se dá aderindo a planos limitados por projetos ativos e espaço para armazenamento de arquivos. O plano inicial permite 10 projetos ativos, 2Gb de espaço e 5 usuários ao valor R$ 99,00 mensais*. O contrato é mensal, sem tempo mínimo nem multa contratual.
Para conhecer mais do Sole visite o site www.solesw.com.br ou entre em contato pelo fone 51 3762 1077.
* Valor válido até 31/08/2010
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Publicado em 1 de dezembro de 2009
por traichel

A 29sul assinou na quinta feira, dia 26/11, o contrato para receber os recursos do PRIME – Primeira Empresa Inovadora, do FINEP e coordenado pelo CEi/UFRGS.
De acordo com as palavras do FINEP: “O programa Prime – Primeira Empresa Inovadora entrou em operação no ínicio de 2009. Seu objetivo é criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos.”
Na prática a 29sul receberá R$ 120 mil reais no modelo de subvenção econômica para contratar Gestor de Negócios, pagar Pró-labore e contratar consultorias de mercado, marcas e patentes, jurídica e financeira.
Com isso nós lançaremos, em agosto de 2010, um novo produto para gestão de empresas, no modelo de Software-como-serviço, de maneira sólida e bem estruturada em um nicho de mercado ainda totalmente inexplorado, mas já com um parecer positivo de um grupo de avaliadores do peso do CEI/UFRGS e FINEP.
Para saber mais sobre financiamentos do governo para empresas inovadoras, acesse o site do FINEP.
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Publicado em 8 de junho de 2009
por traichel
O SiGA, nosso Sistema de Gestão de Agências, foi pensado para ser um sistema fácil, de rápida assimilação pelo usuário e de funcionamento intuitivo. Um dos motivos de orgulho que temos desta nossa forma de pensar é a Pauta de PITs (Pedidos Internos de Trabalho).
Basicamente é uma listagem de todos os trabalhos que estão ativos dentro da agência, indicando de quem é, o que tem que ser feito, até quando e por quem. Mas mais do que isso, é o coração de todo o processo dentro da empresa e como tal nós demos um toques a mais para facilitar a vida de todos.
Para começar nós acreditamos que todos da agência devem ter acesso à pauta. Não há o que se preocupar quanto a alterações ou coisas do tipo, pois o administrador pode ver tudo o que acontece através do histórico de acessos no ADMIN e antes de ser excluído tudo passa pela lixeira.
Outro ponto que defendemos é a relação 1:1. Ou seja, para cada peça, um PIT. Isso mesmo, a gente incentiva os atendimentos a abrirem um pedido por peça, não um PIT com um monte de peças dentro e explico o porquê disso. O PIT pode ser facilmente duplicado, mantendo os dados básicos de identificação e de briefing, bastando para o atendimento alterar apenas o referente a peça.
Claro, existe uma consequencia para isso: a pauta vai ficar cheia! E é exatamente esse o motivo de tudo. Veja essa pauta abaixo:

Pauta de trabalho do SiGA
Bom, se alguém chegar de manhã na agência e olhar para isso, o que vai pensar? Simples, não tem grande coisa para se fazer. Só que ele não entrou no PIT pra ver que lá tem um MONTE de peças a serem feitas, criando assim uma falsa sensação de dia fácil. O pessoal da criação vai se enganar e o próprio atendimento também poderá se enganar, ocasionando inclusive em prazos errados.
Mas se, ao contrário disto, a pauta estiver assim:

Pauta REAL de trabalho do SiGA
O negócio é arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Todos saberão do REAL VOLUME de trabalho, fora que será muito mais fácil de lidar com peças separadas, mudando prazos ou alterando descrições.
Essa foi a forma de pensar que adotamos no SiGA. E você, o que acha?
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Publicado em 23 de março de 2009
por traichel
Quando começamos com o SiGA os treinamentos eram feitos presencialmente, uma vez que nossas primeiras agências foram em Porto Alegre, nada que uma viagem de uma hora não resolvesse. Mas com a expansão do nosso principal produto para terras além do Mampituba, nós encontramos com um bom problema: como treinar o pessoal sem ter que gastar ou cobrar uma exorbitância por isso.
A nossa primeira alternativa, que funcionou durante toda a versão anterior do SiGA, foi dar o treinamento via Skype. Ou seja, marcávamos uma hora, a agência inteira parava e durante um certo período fazíamos o treinamento de todo mundo, eu falando do escritório e o pessoal usando o sistema na agência. Esse método mostrou 2 grandes problemas:
a) todos tinham que para o que estavam fazendo, atrasando a pauta e consequentemente aborrecendo todo mundo;
b) dificilmente o pessoal estava onde eu dizia que deveriam estar. Ou seja, o mouse é MUITO mais rápido que o ouvido…
Com a implantação da versão nova no sistema, em meados de 2008, resolvemos mudar e adotamos o sistema das videoaulas, gravando exemplos de usos do sistema em todos os documentos.
Este modelo sim trouxe vantagens para nós e para os assinantes:
a) com os exemplos sendo exibidos, eu como instrutor mostro exatamente como cada campo deve ser preenchido e o fluxo a ser seguido dentro de cada parte do sistema, sem correr o risco de deixar escapar algo perder o foco de cada instrução;
b) a agência não precisa parar para assistir às aulas, pois cada profissional pode baixar o vídeo que lhe compete, assistir em qualquer momento e mandar as dúvidas pelo suporte;
c) havendo dúvidas ainda no processo se pode marcar uma conversa via Skype, mas já depois de ter se familiarizado com o básico do sistema, diminuindo assim o tempo de conversação online.
Apenas um incoveniente que sempre existirá nas videoaulas de um software como o SiGA: a cada atualização, novos vídeos devem ser feitos. Mas é claro que isso, para ser sincero, é sempre um bom sinal…
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Publicado em 2 de fevereiro de 2009
por traichel
Olá!
Hoje eu gostaria de comentar sobre um dos recursos dos softwares de gestão que, dependendo de como se usa, pode fazer uma grande diferença na elaboração da tabela de custos ou no fechamento de um contrato.
A planilha de horas, ou timesheet para os gringos, é aquele formulário onde teoricamente devemos colocar o que foi feito dentro de determinado período. Desta forma pode-se ter um controle de quanto de tempo foi gasto com algum cliente.

Planilha de horas do SiGA
Quando a gente colocou esse recurso no SiGA, nos idos de 2006 se não me engano, teve cliente nos dizendo “não precisa disso, ninguém preenche! É só pra incomodar o pessoal…”
Claro que insistimos para que preenchessem a dita planilha. Depois mostramos que nos relatórios de horas ele não só pode ver quanto tempo cada cliente consome, mas também como anda a alocação de funcionários para cada cliente. Cruzando estes dados com o faturamento de cada um, o feliz dono da agência pode então ver se aquele fee que parece uma fortuna realmente condiz com a carga de trabalho necessária na empresa.
Um outro ponto que defendemos se refere aos funcionários. Sim, eles também podem se beneficiar de uma planilha bem preenchida, visto que ela é uma grande ferramenta de barganha no momento de discutir aumento de salários, por exemplo. Claro, desde que haja trabalho…
Para terminar as benesses de um recurso desses, a agência pode adotar uma política de hora trabalhada, onde os contratos podem ser baseados em uma carga horária específica. Não quero entrar no mérito se essa é uma boa – ou não – forma de remuneração, mas se for o caso este recurso é essencial para mostrar ao cliente o quanto e como foi gasto o tempo contratado. Se não me engano existem algumas agências que já fazem isso com alguns clientes.
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